8 de fevereiro de 2012

Um drama familia para o Oscar


Os Descendentes


Se você já ouviu falar de "Os Descendentes" vai relacionar com um nome, George Clooney. No começo, eu nem sabia sobre o que o filme tratava e para falar a verdade, nem gosto muito do George, acho ele meio sem expressão e mais uma carinha bonita do que um ator.
O filme conta a história de Matt King, cuja esposa, Elizabeth está em coma num estado crítico. Como ele era um pai ausente, ele precisa se unir com as filhas, Scottie e a problematíca, Alexandra, para conseguirem passar por todo o drama, mas além disso, Matt descobre que sua esposa tinha um amante.
Uma coisa importante sobre a personagem Matt, é saber que a ele é descendente de uma princesa havaiana com um banqueiro, por tanto ele e os primos são proprietários de um enorme terreno que custa muitos milhões.
O filme é meio parado e você espera mais do que acontece. Achei a atuação do George Clooney bem "um expressão fácial", e não concordo por ele ter ganhado o Globo de Ouro. Adorei a atuação da Shailene Woodley e da Amara Miller que fizeram as filhas do George no filme. O Syd, amigo da Alexandra, que embarca no drama junto da familia, tem as melhores falas na história, é sensacional!
Sempre acreditei que um filme indicado para o Oscar é um daqueles filmes que te marca e você lembra, mesmo que você não tenha gostado e "Os Descendentes" não foi um filme que me marcou. O final é um pouco emocionante e eu achei muito inteligente o título, mas não passou disso. Esperei me identificar muito com a história, pelo fato de ter a mesma idade da filha mais velha do protagonista e a minha irmã ter a mesma idade da Scottie, imaginar como seria se estivesse naquela situação e tudo.
Não senti uma conexão profunda com a história.
O cenário é lindo, e se passa em vários ilhas do Havaí. Vale a pena assistir só para sentir o gostinho de mar e tirar da cabeça a ideia de que o Havaí é só praia, surfe e praia.



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